"Na busca do conhecimento deve-se trilhar o caminho da humildade"

Rubens J. Balestro          

                      

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Veja resumo no artigo

  Web address: http://www.soscorpo.com.br/espo1.htm    

 

Técnica conservadora de estruturas para avaliação interpretação e orientação, visando o tratamento  dos problemas da coluna vertebral e, ou, seus comprometimentos desenvolvida e registrada pelo Professor Rubens Balestro 

  

Justificativa: Por que Espondiloterapia®?

         

Espondiloterapia significa, literalmente,   "Terapia das Vértebras" pois a palavra Espôndilo tem origem Grega definindo o que conhecemos por   “Vértebra". No início do século XX, na Europa, a palavra "Spondylotherapy" era usada para  definir um trabalho de "percussão" no Processo Espinhoso das Vértebras (veja livro do Doutor Abrams Spondylotherapy - 3ª edição - Philopolis Press, 1912). Esse método de tratamento também recebeu outros nomes como "Reflexoterapia  Vertebral Método Abrams de  Tratamento, Quiromassage e outros. Quando essa terapia  veio para o Brasil, na tradução do livro "Le Réflexe Vertébral, " escrito por Louis Van Steen, e editado por Maloine S.A. Éditeur - Paris e impresso nas Oficinas Gráficas  da Organização Andrei Editora Ltda - 1983, aqui chegou com o nome de "O REFLEXO VERTEBRAL técnica das percussões e terapêutica". Foi assim que ficamos conhecendo a palavra  Espondiloterapia.   Após pesquisa nos órgãos competentes tomamos providências para registrar esse  nome a fim de usá-lo para identificar nossa obra. Hoje, no Brasil, Espondiloterapia significa:  Um "Protocolo de Avaliação Interpretação e Orientação paraTratamentos dos  problemas da Coluna Vertebral e seus comprometimentos" desenvolvido e registrado por  Rubens Balestro.

  

         Esse "Protocolo”   tornou-se um verdadeiro "gerenciador" para a Avaliação, Interpretação e Tratamentos dos muitos problemas da Coluna Vertebral  e seus comprometimentos  buscando, nos sintomas neurocirculatórios, uma relação com as alterações, para mais ou menos, nos Desvios de Eixo da Coluna Vertebral (ADEC) e, só então, aplicar o tratamento que, invariavelmente, inicia por uma orientação que, além dos esclarecimentos necessários, passa por uma reeducação postural objetivando restabelecer as curvaturas naturais da coluna do paciente (lordose lombar, cifose torácica, lordose cervical e escoliose social). Após essas etapas (avaliação, interpretação e orientação) inicia-se o que chamamos de "apressar a cura", onde técnicas de tratamentos massoterápicos (Massagem Neurocirculatória / Drenagem Linfática - PROPELI®), técnicas de Tração,  Descompressão Vertebral e outras, que se fizerem necessárias, serão aplicadas, inclusive REPOUSO em posições especiais. Sendo assim, a Espondiloterapia não é uma técnica de massagem e sim uma nova maneira de abordar os problemas onde se faz necessário o uso da Massagem Terapêutica, em especial no tocante aos problemas de origem na coluna vertebral ou seus comprometimentos, buscando a solução permanente para esses males.

 

Na Espondiloterapia, vários conceitos são inovadores tais como: Por trás de um problema de coluna vertebral, com exceção dos traumas, patologias como a tuberculose,  a   espondilite    anquilosante,    as    metástases,  as  deformações congênitas como a "Listese", existe uma causa comum encontrada nas Alterações dos Desvios do Eixo da Coluna (ADEC) e que é provocada  pela  "MÁ POSTURA" (MP). Mas o que vem a ser uma "MP”? No conceito da Espondiloterapia "MP" é quando alteramos, aumentando ou diminuindo, uma curvatura "NATURAL" da  coluna  vertebral  a ponto de agredirmos a folga fisiológica das estruturas envolvidas ( 20 minutos ou mais). Que curvaturas são estas? Os desvios do eixo: Lordose, Cifose e Escoliose. Na visão da Espondiloterapia todos têm essas curvaturas, algumas são posturais outras estruturais, mas essas  somente passarão a ser causa de dor quando alteradas, para mais ou para menos. Outra contribuição da Espondiloterapia® é a introdução do termo "Escoliose Social", comum a  todas as pessoas. Essa Escoliose, como o seu próprio nome diz, deriva da sociedade dos "destros”, não necessitando, para existir, aparecer em radiografias ou outro tipo de imagens (por isso se diferencia das demais escolioses), podendo sobrepor-se às outras formas de Escoliose.  A abordagem do paciente também é um diferencial na Espondiloterapia®.  A primeira preocupação do Espondiloterapeuta é  a de determinar onde ocorreu a "ADEC"  ou, em outras palavras, onde está a "MP". A pesquisa para encontrar a "MP" que esta provocando a "ADEC" pode levar o terapeuta a investigar vários campos como trabalho, lazer e o próprio descanso. Mas por que determinar a "ADEC" e a "MP" correspondente é tão significativo? Dependendo da "ADEC" ou da "MP" que a está gerando saberemos o tipo de comprometimento que está ocorrendo. Os comprometimentos poderão ser, a princípio, CIRCULATÓRIOS, DE IRRITAÇÃO DA RAIZ POSTERIOR, DE IRRITAÇÃO DA RAIZ ANTERIOR OU DE PERTURBAÇÕES SIMPÁTICAS. De menor expressão, mas reveladores para uma avaliação precisa, são os sinais nervosos emitidos pela irritação do Ligamento Longitudinal Anterior, do Ligamento Longitudinal Posterior, das Fibras Exteriores do Disco Intervertebral, da Face Anterior da Meninge, estruturas inervadas pelo Nervo Recorrente - Meníngeo e Sinovertebral. Cada comprometimento tem seus sintomas característicos como dores de cabeça, tontura, dificuldades para concentração, memória fraca  para os Circulatórios, dores próximas da coluna para as irritações de Raiz Posterior, dores nas articulações ou nos membros superiores, inferiores ou ainda no tórax anterior para os comprometimentos de Raiz Anterior e distúrbios na pálpebras, nas glândulas  salivares, dificuldades para engolir,  respiração superficial, arritmias, azia, problemas  gástricos e  urinários, para as perturbações Simpáticas. Somente após a "coleta de dados (sintomas e hábitos posturais), determinar, com precisão, onde está a ADEC e a MP geradora e dar a devida orientação corretiva é que o Espondiloterapeuta optará pelo estilo de manobras de massagem que utilizará. Poderá fazer uso da Massagem Neurocirculatória, Drenagem Linfática Propeli, Drenagem Sinovial, Massagem Osteossensibilizante ou mesmo de Trações e "Descompressões Vertebrais". Neste último caso, a descompressão escolhida será sempre a mais abrangente, a que provocar menor pressão ou torção e, sempre, após aquecimento.

           Sendo assim, a Espondiloterapia não é uma técnica de massagem e sim uma nova maneira de abordar os problemas onde se faz necessário o tratamento dos problemas de origem na coluna vertebral ou seus comprometimentos, buscando a solução permanente para estes males.

A Espondiloterapia é “auto-suficiente” para solucionar os problemas  sob sua competência. As manobras de massagem (Massagem Neurocirculatória, Drenagem Linfática, Drenagem Sinovial, Massagem Osteossensibilizante), Tração e Descompressão Vertebral servirão para “apressar” os resultados".

           A Espondiloterapia® também faz uso da "Avaliação Morfológica" que é extremamente eficaz em determinar onde estão e para que lado se irradiam as dores posteriores (facetarias) da coluna vertebral (quando se sabe o lado da compressão facetaria sabe-se também  onde  poderá  ocorrer  a   projeção   discal responsável pelos comprometimentos de raiz anterior como bursites e hérnias). A "Avaliação Morfológica" é tão eficiente que pode "apontar" onde a coluna vertebral tem, teve ou terá problemas.

            Entre os massagistas terapêuticos existe a conscientização de que o sucesso de um tratamento depende, em pelo menos, 70%, da colaboração do paciente. Nem sempre isso é verdade. Caso o paciente não receba orientado eficientemente, não poderá arcar com sua parcela de responsabilidade (os 70%). O conhecimento do paciente sobre sua condição é indispensável para uma efetiva colaboração. Conseguiremos isso lhe dando conhecimento sobre seu estado e a necessidade de sua participação. Subestimar a capacidade de compreensão do paciente é um erro.  Quando  alcançamos esse objetivo a cura está assegurada.

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Referências Bibliográficas.

 

 

Professor Rubens Balestro

DIFEP nº 1956 - SS-POA-RS

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